Entidades do setor empresarial de Mato Grosso estão preocupadas com a mensagem que o governo estadual, através da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) enviará à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), sobre a edição do projeto de lei (Lei Complementar 160/2017) que revê os incentivos fiscais concedidos pelo Estado.
O projeto convalida a remissão e reinstituição dos benefícios fiscais, o que pode acarretar em aumento da carga tributária tanto para o setor do comércio quanto para a população.
Em reunião na tarde de quarta-feira (26), na sede da Fecomércio, em Cuiabá, os representantes das entidades alegaram que não foram consultados pelo governo sobre o possível aumento da carga tributária em caso de aprovação da mensagem pelos deputados e cobraram um posicionamento.
Na terça-feira (25), os parlamentares tiveram acesso aos dados levantados pelo Executivo, através do secretário de Fazenda, Rogério Gallo, que apresentou parte do projeto que será levado para votação, possivelmente nesta quinta-feira (27).
“Pelo o que estamos vendo existe uma grande possibilidade de mudanças profundas na forma de arrecadação do Estado e isso vai impactar com certeza no aumento da arrecadação, mas também no aumento do imposto para a população e para o comércio”, explicou o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresarias de Mato Grosso (Facmat) e da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC), Jonas Alves, presente na reunião.
Participaram do encontro representantes da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT), Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado de Mato Grosso (Acomac/MT), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/Cuiabá), Sindicato das Indústrias de Biodiesel no Estado do Mato Grosso (Sindibio/MT), Associação das Empresas de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso (Asseite/MT), e os deputados estaduais Carlos Avalone e Dilmar Dal Bosco.
Redação: Assessoria de Imprensa Facmat/ACC
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